Parece que não, mas ele esta aí, o Gato-Ninja!!!
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domingo, 14 de novembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
A ponte mais alta do mundo – Mito ou realidade?
É real.sábado, 22 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
História de Hachiko
Todo ano em 8 de abril ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko, fiel companheiro do Dr. Eisaburo Ueno, um professor da Universidade de Tóquio.Mas, quem foi Hachiko? Que houve de tão extraordinário em sua vida para granjear a admiração e o respeito de tantos que assistem a tal reunião de caráter solene? O artigo intitulado "Velho e fiel cão espera pelo retorno do dono por dez anos", publicado na edição do Asahi Shinbun de 4 de outubro de 1933, lança luz sobre estas questões.
O texto impresso fez um registro histórico de uma das mais bonitas, se não, a mais bela e ímpar história de lealdade, fidelidade e incondicional amor de um cão para com seu dono. De tão incrível era a história contada nas entrelinhas do artigo que a atenção de todo o povo japonês se voltaria para ela; nada menos que o mundo acabaria se rendendo a tal registro épico!
Diga-se, de passagem, que a comovente história do Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) rendeu um livro e um filme chamado "A História de Hachiko", mas, sobretudo, colaborou sobremaneira para que a reputação da raça se tornasse conhecida e famosa em todo o mundo, além de impulsionar um apaixonado movimento de restauração e preservação da raça Akita em seu país de origem, o Japão.
O nome do protagonista e aspirante ao estrelato da história contada pelo Asahi Shinbun, e que ficou conhecido em todo o mundo, era Hachiko, um cão branco da raça Akita; o coadjuvante, seu próprio dono, o Dr. Eisaburo Ueno.Pode-se dizer que a história toda teve seu início muito antes daquele 4 de outubro de 1933, data em que o artigo veio a público.
O "Era uma vez..." desta história teve seu ponto de partida em novembro de 1923, portanto, exatos dez anos antes. Naquele mês e ano nasceu Hachiko, na cidade de Odate, província de Akita.Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de 'amor à primeira vista', pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!
O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem que levava (e que leva até os dias de hoje) o mesmo nome. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Mas, ainda mais incrível era o fato de que Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem da tarde, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.Entretanto, algo de trágico estava para acontecer no dia 21 de maio de 1925 — mal se sabia, mas, reescrevia-se ali um novo desfecho para a história. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade, à hora certa, lá estava na estação como de costume, pacientemente (e de rapinho abanando!) à espera de seu dono. Só que o professor Ueno não retornaria naquela tarde de 21 de maio; sofrera um derrame fatal na Universidade que o levara a óbito. Destarte, ainda que alheio da realidade, naquele dia o leal e fiel Akita esperou por seu dono até à madrugada.Após a morte do professor Eisaburo Ueno, conta a história que seus parentes e amigos passaram a tomar conta de Hachiko. Mas, tão forte e inexpugnável era o vínculo de afeto para com seu amado dono — lealdade, fidelidade e incondicional amor levados ao extremo —, que no dia seguinte à morte do professor ele retornou à estação para esperá-lo. Retornou todos os dias, manhã e tarde à mesma hora, na incansável esperança de reencontrá-lo, vê-lo despontar da estação de Shibuya. Às vezes, não retornava à casa por dias!
Foi assim dez anos seguidos repetindo a mesma rotina (quiçá, já não tão feliz), razão pela qual já era uma presença familiar e pitoresca para o povo que afluía à estação. E ainda que com o transcorrer dos anos já estivesse visivelmente debilitado em conseqüência de artrite, Hachiko não se indispunha a ir diária e religiosamente à estação. Nada nem ninguém o desencorajava de fazer sua peregrinação!
A história tem seu triste clímax em 8 de março de 1935, quando aos 11 anos e 4 meses, Hachiko é encontrado morto no mesmo lugar na estação onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono, onde durante dez anos se tinha mantido em vigília.
Hachiko, como não poderia deixar de ser, tornou-se um marco, um referencial de amizade talvez jamais igualável em qualquer era anterior ou futura na história. Sua descomunal lealdade e fidelidade receberam o reconhecimento de todo o Japão. Em 21 de abril de 1934, praticamente um ano antes de sua morte, uma pequena estátua de Hachiko, feita de bronze pelo famoso artista japonês Ando Teru, foi desvelada em sua honra numa cerimônia perto à entrada da estação de Shibuya, local onde morreu. Era a memória de Hachiko sendo imortalizada.
Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.
Após a guerra Hachiko foi duramente esquecido; todavia, como toda história que se preze precisa ter um final feliz, em 1948 a The Society For Recreating The Hachiko Statue — entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko — convidou Ando Tekeshi, o filho de Ando Teru (escultor da estátua original), para esculpir uma nova estátua. Até os dias de hoje a réplica encontra-se colocada no mesmo lugar da estátua original, em símbolo de um tributo à lealdade, confiança e inteligência de uma raça, a Akita.
Todos que passam pela estação de Shibuya, em Tóquio, podem ver e comover-se com a imponente estátua de Hachiko, erguida em sua memória, eternizando a história de paixão e lealdade incomparável desse cão por seu dono. A efígie, esculpida em bronze e que repousa sobre um pedestal de granito, ergue-se como uma silenciosa prova do lugar ocupado pelos Akitas na história cultural e social do Japão.
A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas; anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas - no início do século para estimular lealdade ao governo, e, na atualidade, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos. Apesar de Hachiko ter sido um cão, deixou uma grande lição de vida 'animal' para todo bom amigo.
Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya (provavelmente o ponto de encontro mais popular em Shibuya) podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja "Shibuya No Shippo" (ou "Tail of Shibuya"), localizada no Memorial de Hachiko.
Hachiko foi empalhado (para conservar-lhe as formas) e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu de Artes de Tóquio.
Quase setenta anos decorreram desde a morte do Chu-ken Hachiko, mas ele nunca será esquecido! A história por detrás da estátua de bronze perpetua-se no tempo, e continua esquentando os corações da população local e de turistas do mundo inteiro.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Desigualdade social...
Cão coragem!!!
Então você não conhece o Totó!
Você considera que o Felipe Massa, o Alonso, e o Hamilton são corajosos, por andarem a mais de 300km por hora?
Só por você não saber nada sobre o Totó!
Você acredita que os caras do BOPE são corajosos?
São porra nenhuma! É que você ainda não conhece o Totó!
Você vê no Bin Landen um símbolo de audácia?
Para com isso! Você não conhece o Totó! Acha que é um exagero?
Então conheça o Totó:
domingo, 28 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Num tô tintindo nada... ou os efeitos da amarula no mundo animal
Os animal, tem uns bicho interessante...
TUDO NA VIDA É RELATIVO!!!
Depois de 45 minutos, ele supõe que ela não virá mais e resolve tomar um gim, tônica para relaxar, antes de voltar para casa.
Ele se instala confortavelmente numa poltrona e começa a ler o jornal quando toca a campainha. É a tal paciente, que chega toda sem graça e pede mil desculpas pelo atraso.
- Não tem importância, imagine! - responde o médico - Olhe, eu estava tomando um gim, tônica enquanto a esperava. Quer um também para relaxar?
- Aceito com prazer - responde a paciente aliviada.
Ele lhe serve um copo, senta-se na sua frente e começam a bater papo.
De repente ouve-se um barulho de chave na porta do consultório.
O médico tem um sobressalto, levanta-se bruscamente e diz:
- É minha mulher! Rápido, tire a roupa, deite na cama e abra as pernas, senão ela pode pensar bobagem.!
Raciocínio rápido
Pra testar o caráter de um novo empregado, o dono da empresa mandou colocar R$ 500,00 a mais no salário dele.
Passam os dias, e o funcionário não relata nada.
Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar R$ 500,00.
No mesmo dia, o funcionário entra na sala pra falar com ele:
- Doutor, acho que houve um engano e me tiraram R$ 500,00 do salário.
- É? Curioso que no mês passado eu coloquei R$ 500,00 a mais e você não falou nada.
- É que um erro eu tolero, doutor, mas DOIS, eu acho um absurdo !!!
Preservativos Durex Extra Large
terça-feira, 16 de março de 2010
Centro nervoso
Do you like Black Sabbath?
Snowblind | Snowblind |
| What you get and what you see | O que você adquire e o que você vê? |
| Things that don’t come easily | Coisas que não vêm facilmente |
| Feeling happy in my vein | Sentindo feliz em minha veia |
| Icicles within my brain | cincelos dentro de meu cérebro |
| (cocain) | (Cocaína) |
| Something blowing in my head | Algo chegando em minha cabeça |
| Winter’s ice, it soon will spread | O gelo do inverno, esparramará logo |
| Death would freeze my very soul | A morte deixaria minha alma bem gelada |
| Makes me happy, makes me cold | Me deixa feliz, me deixa frio |
| My eyes are blind but I can see | Meus olhos são cegos mas eu posso ver |
| The snowflakes glisten on the tree | Os flocos de neve brilham na árvore |
| The sun no longer sets me free | O sol já não me deixa livre |
| I feel there’s no place freezing me | Eu sinto que nenhum lugar me gela |
| Let the winter sun shine on | Deixe o sol brilhar no inverno |
| Let me feel the frost of dawn | Deixe-me sentir a geada da madrugada |
| Fill my dreams with flakes of snow | Preencha os meus sonhos com flocos de neve |
| Soon I’ll feel the chilling glow | Em breve vou sentir o brilho de refrigeração |
| Don’t you think I know what I’m doing | Você pensa que eu não sei o que eu estou fazendo? |
| Don’t tell me that it’s doing me wrong | Não me fale que está me fazendo mal |
| You’re the one who’s really a loser | Você é o que realmente é um perdedor |
| This is where I feel I belong | Isto é onde eu sinto que eu pertenço |
| Crystal world with winter flowers | Mundo cristalino com flores de inverno |
| Turns my day to frozen hours | Voltas meu dia para horas congeladas |
| Lying snowblind in the sun | Falsamente cego pelo gelo ao sol |
| Will my ice age ever come? | Minha idade de gelo sempre virá? |


















